Não adianta. Não tem jeito. Parece necessidade fisiológica. Depois de algum tempo, quando esse ou aquele clube começa um relacionamento mais sério com a gostosa taça de campeão - todos a flertam, mas a danada é enjoada à beça -, mentes inquietas, delirantes ou mesmo de má-fé, que vivem por aí a assombrar o Brasileirão, começam a ventilar ideias absurdas no melhor estilo das teorias da conspiração.
